Maiza quer saber sobre dívidas deixadas por ex-provedores da Santa Casa de Fernandópolis

08/09/2017
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A vereadora Maiza Rio (PSDB), apresentou na noite de terça-feira, 05, um requerimento endereçado a atual administração da Santa Casa de Misericórdia de Fernandópolis, que por meio do encaminhamento e esclarecimento de relação dos provedores, quantidade de funcionários existentes na folha de pagamento e valor total da dívida deixada ao final da gestão de cada um deles, desde 1998, informando também o montante da dívida atual da instituição; relatório dos valores gastos com reformas e construções durante a gestão das administrações empossadas a partir de 1998; relatório dos valores gastos com aquisição de equipamentos durante a gestão das administrações empossadas a partir de 1998; como foram e estão sendo realizadas as aquisições de bens, materiais de consumo e serviços em cada uma das gestões das provedorias desde o citado período, se foram realizados por meio de licitação cotação de preços ou outra forma de aquisição; como funcionava em cada uma das gestões e funciona atualmente o processo de recebimento e conferência de materiais de construção e bens em geral e serviços na instituição e quais foram as pessoas responsáveis por esse procedimento desde 1998 até a presente data; cópia dos atuais contratos, e demais instrumentos jurídicos análogos, referentes às prestações de serviços realizados por terceiros, pessoa física e jurídica; quais foram os fatores geradores da atual dívida da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia e quais foram os que mais contribuíram para a evolução desse montante, informando se houve algum estudo técnico com relação a esses fatores geradores da dívida, encaminhando cópia caso a resposta seja afirmativa.

Segundo a vereadora ele sempre se preocupou com a situação financeira da Santa Casa, inclusive participando de promoções a fim de pedir ajuda aos municípios da região em prol do Hospital.

Maiza destacou que muito se houve falar nos valores da dívida da Santa Casa e que já se fala em mais de R$ 30 milhões. “Quero saber da evolução desta dívida no decorrer dos anos, e como ela evoluiu no período de cada provedor. Precisamos saber o valor correto e quem são os responsáveis”, destacou Maiza.

A vereadora ainda destacou que se alguém algum dia usou a Santa Casa para auto benefício isso não pode ficar assim, e que Justiça tem que ser feita. “Temos que fazer Justiça se alguém se auto beneficiou. A priorização da transparência na Santa Casa é de suma importância”, finalizou a vereadora.

Claudio Ricardo Leite Ferreira

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